A ansiedade no ambiente de trabalho não é novidade. Mas os dados de 2026 apontam para algo diferente: ela deixou de ser um fenômeno individual e se tornou um padrão coletivo, mensurável e crescente em praticamente todos os setores.
Uma pesquisa recente com mais de 4.000 profissionais brasileiros mostrou que 62% relatam sentir ansiedade com frequência durante a jornada de trabalho. Entre jovens de 25 a 35 anos, esse número sobe para 71%. Os principais gatilhos: excesso de demandas simultâneas, falta de clareza sobre prioridades e dificuldade de separar trabalho de vida pessoal.
O que mudou nos últimos anos
A pandemia acelerou uma transformação que já estava em curso: o trabalho entrou definitivamente na vida doméstica. Com isso, os limites emocionais entre o profissional e o pessoal se tornaram mais tênues. A mente não tem hora de encerramento.
Ao mesmo tempo, o ritmo de mudanças nas organizações aumentou — novas ferramentas, novos processos, novos modelos de trabalho. Para muitas pessoas, a sensação é de correr em uma esteira que acelera sozinha.
O que as empresas podem fazer
A boa notícia é que o bem-estar emocional é mensurável. Não precisa depender de percepção ou de pesquisas de clima genéricas. Plataformas de bem-estar emocional como a Openthera permitem que o RH acompanhe padrões coletivos de energia, ansiedade e engajamento — sem jamais identificar indivíduos.
- Criar pausas estruturadas ao longo do dia
- Revisar a cultura de reuniões e disponibilidade constante
- Oferecer ferramentas acessíveis de autocuidado emocional
- Monitorar o clima emocional com dados reais, não suposições
Bem-estar emocional não é benefício. É estratégia. E as empresas que entenderem isso primeiro terão equipes mais estáveis, mais criativas e mais presentes.



